Galiza com a Venezuela soberana e anti-imperialista

[Comunicado n° 10]
O Império em crise terminal precisa garantir controle dos imensos recursos petrolíferos da Pátria de Bolívar, para evitar a perda do seu 'pátio traseiro', mas também como um aviso para o imenso emergente Mundo Multipolar que desafia os seus mafiosos e inúteis aranceis, os seus ataques provocadores, e questiona a hegemonia do dólar.
O envio da US Navy às costas venezuelanas das Caraibas, sob a cínica justificaçom do combate ao narcotráfico, é umha cortina de fume para intimidar e desestabilizar toda América Indolatina e os governos que nom aceitam voltar a ser protetorados bananeiros do Tio Sam e deixar espoliar os seus recursos para proveito de Wall Street.
O maior narco do Mundo está na DEA e na CIA, nas elites financieiras dos USA e da OTAN.
Contra um possível ataque ianque à Venezuela Bolivariana, cumpre ativar a Guerra popular de Resistência de todos os povos da regiom desde Cuba a Bolívia, desde Atzlan a Porto Rico criar inúmeros Vietnam, Gaza e Donbass nas portas e no cerne do Império.
Como nos ensinou o Che, tal deve ser a resposta estratégica dos povos livres de Abya Yala, com pleno apoio logístico militar e diplomático da Rússia, Irám e da China Popular, mesmo com drones Geran e mísseis Kalibr e Iskander, capaces de atender a 'gusanera' de Miami, Mar a Lago, Guantanamo, as bases militares inimigas em Georgia e Louisana, empresas do Complexo Militar Industrial e as refinarias de Bush e Cheney em Texas ...
Assim como fam a OTAN e a UE sob ordens dos USA em Belgorod, Rostov.... permitindo, armando e financiando ataques terroristas ukronazistas contra da Rússia. Do mesmo modo como permite e apoia Ocidente ao regime genocida sionazista atacar à vontade os povos heroicos da Ásia Ocidental. Quid pro quo.
Na Galiza como bem diz o povo trabalhador de Cuba nas marchas estaremos com os povos irmans de Abya Yala e contra o imperialismo" pa lo que sea, pa lo que sea".
Pátria Socialista ou morte!
Venceremos!
A solidariedade é a ternura dos povos!
Na Pátria, 27 de agosto de 2025