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Galiza :: 19/09/2007

À gratuidade do ensino infantil polo concerto com a privada

AGIR
a dominaçom da rede privada é absolutamente esmagadora.

Setembro de 2007

GalEscolas

A LOE impujo como curso limite para a implantaçom dum serviço de educaçom infantil plenamente gratuito o presente 2007/08. Esta medida, como tantas outras adopatadas polo neoliberalismo sob a aparência de políticas sociais, agacha na realidade a privatizaçom dum serviço público essencial como o é a educaçom.

Assim, e graças à nom obrigatoriedade histórica deste ciclo para crianças de 3, 4 e 5 anos, a rede privada foi ofertando vagas que se subvencionavam direitamente polas famílias que precisavam ou optavam (e podiam) pola escolarizaçom neste ciclo, que nesta altura é defendido como de fundamental universalizaçom para garantir a igualdade na socializaçom e aprendizagem –sistémica- dos e das menores.

Agora, a medida imposta pola LOE, a gratuidade, que se mantém respeito ao modelo previsto polo PP, obriga a que na Galiza, as 811 aulas existentes de ensino infantil devam ser financiadas pola administraçom.

Quintana prometeu 120 centros das sonadas Galescolas para finais da presente legislatura. Porém, a dia de hoje, e com o aumento operado durante o Verao em vistas do novo curso, o número cifra-se numhas 25, com o qual a dominaçom da rede privada é absolutamente esmagadora.

Nom só é necessária a abertura de escolas públicas de ensino infantil, malia todas as suas carências e contradiçons, que nom som motivo desta nova, senom a desprivatizaçom da enorme rede criada ao abeiro da desatençom desta etapa de ensino cujo carácter nom obrigatório foi sempre criticado pola organizaçom estudantil da esquerda independentista.

 

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