AGIR denuncia a atitude machista e homofoba de um professor do IES Terra de Trasancos de Narom
AGIR, sumando-se assi as denúncias do alunado e as ANPAS do IES Terra de Trasancos, denuncia a intolerável atitude machista e homófobo dum dos professores do centro. Este elemento, protegido pola direccom do centro, costuma a utilizar as suas aulas para fazer comentários contra @s homossexuais e as mulheres, amedrontando e denigrando os estudantes e as estudantes que se atrevem a questioná-lo em público.
Nom podemos consentir que indivíduos aos quais se encomenda o exercício da docencia aproveitem o seu labor, teoricamente educativo, para promulgarem princípios reaccionários e fascistóides que, como tais, atacam directamente o conjunto do alunado. O rechaco que o personagem dedicou aos homossexuais deve ser valorizado na sua justa medida; nom só como um insulto a quem o é, mas a toda aquela pessoa que defender os direitos humanos e a liberdade sexual. Numha sociedade opulenta que caminha para a auto-destruicom, os princípios conservadores de evidente heranca cristá continuam a sua particular, eterna e vulgaríssima cruzada contra o qualificado como "degenerado", "anti-natural" e "pecaminoso". O grave é que estas bíblicas ocorrencias se promulguem num instituto.
Para dispormos de um sistema educativo alicercado em valores que merecam ser transmitidos, cumpre adoptarmos as medidas necessárias para depurar o ensino público de parasitas várias que actualmente o incam, que espalham o seu sexismo vulgar nas nossas aulas.
Som precisamente atitudes como a deste "professor", somadas à cumplicidade das autoridades educativas do Partido Popular, as causantes dos maus tratos e assassinatos de mulheres a maos das suas "parelhas" e nom o "libertinagem" como nos quer fazer acreditar a reaccionária Conferencia Episcopal.
Tam intolerável é a atitude do professor como da equipa directiva do centro, encabecada por Ricardo Fernández, que após as denúncias de estudantes e a associacom de nais e pais, nom só nom afastou da docencia este indivíduo senom que lhe da cobertura convertendo-se assim no seu cúmplice. Deplorável é também o papel da Conselharia de Educacom, que em lugar de actuar com contundencia olha para outro lado argumentando que estám abertas diligencias informativas.
De AGIR exigimos umha resposta contundente por parte da Direccom do centro e da Conselharia de Educacom para que acabe com as proclamas deste senhor, impedindo-lhe, como nom pode ser doutro jeito, que continue a desempenhar o cargo público que ocupa, já que estes comportamentos recentes nom som dissociáveis de umha personalidade febril que o incapacita para o prática docente.
É por isto que AGIR solicita a sua expulsom do centro assim como a abertura de um expediente que o inabilite para o cargo que ocupa.
De todos os modos, e ante a futura implantacom do ensino católico, nom estaria mal que a instituicom eclesial, encarregada de impor o professorado para essa matéria, considerasse dar-lhe um posto. Com certeza, está a luitar duro por consegui-lo.
Estamos fart@s de terrorismo patriarcal
Defendamos um ensino nom machista







