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Galiza :: 19/12/2005

Crónica e imágens da manifestacom contra a repressom do 18-D

BRIGA
Convocados pola Plataforma Galega contra a repressom mais de médio milhar de pessoas percorrerom as ruas de Compostela sob a palavra de orde "Em defesa dos nossos direitos. Paremos a repressom".

Imagens da manifestacom

Convocados pola Plataforma Galega contra a repressom mais de médio milhar de pessoas percorrerom as ruas de Compostela sob a palavra de orde "Em defesa dos nossos direitos. Paremos a repressom".
Tal e como vimos informando na nossa web, a manifestacom nacional foi convocada por um importante número de colectivo e organizacons populares para respostar ao contínuo assédio e perseguicom a que se vem submetido o conjunto do tecido associativo galego, e que tem a sua máxima expressom nas operacons repressivas contra as organizacons juvenís independentistas BRIGA e AMI.

A manifestacom partia da Alameda passados uns minutos das 13h00 e durante aproximadante umha hora percorreu as principais ruas do centro compostelano e da Zona Velha, até chegar a Praca de Praterias, onde o Séchu Sende foi o encarregado de ler o manifesto contra a repressom ao que aderirom mais de 40 entidades sociais, políticas e culturais da Galiza.

Umha faixa portada por representes das entidades antirepressivas convocantes, dos Centros Sociais e de BRIGA e AMI, abriu a mobilizacom na que marcharom as faixas da nossa organizacom, de AGIR, NóS-Unidade Popular, CS Atreu da Corunha, Adiante-MRG, FPG, Novas da Galiza, AMI, SRI e Ceivar. Também participarom na manifestacom um grupo de "Guardias Civís" com passamontanhas e chaleco reflectante homologado que amenizarom a marcha com gaitas e pandeiretas.

Durante todo o percorrido da manifestacom nom deixarom de sentirse consignas do tipo "Fora as forcas de ocupacom", "Guardia Civil tortura e assassina", "Contra a repressom, mobilizacom", "Galiza Ceive, Poder Popular" ou "Independencia".

Ao final da manifestacom, que se encerrou com o canto do hino nacional, dous jovens queimarom um boneco que representava a um Guardia Civil.

De BRIGA saudamos a resposta macica de umha parte fundamental do movimento resistente à escalada repressiva que o Estado espanhol está a practicar. Pola nossa parte seguiremos apostando pola potenciacom de este tipo de espacos plurais e heterogéneos que respostem contundentemente as agressons contra as organizacons e colectivos populares na Galiza.

 

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