Decorreu manifestaçom contra Bolonha em Compostela

Por volta de 200 estudantes participárom onte à manhá na manifestaçom convocada em Compostela polo estudantado coordenado na Assembleia Geral.
Presença antidistúrbios
O insultante controlo policial, que além dos uniformados incluia indivíduos de paisano, contou com meio centenar de membros, no que em cálculos estimativos resulta num polícia por cada 3 jovens, aproximadamente. Este despregamento policial, que nom se lembrava desde jeiras de luita estudantil de muita maior envergadura, é de qualquer ponto de vista umha amostra do decadente modelo de democracia burguesa; do tratamento que estám dispostos o oferecer ao estudantado que nom se resigna.
O intenso seguimento repressivo seguiu a manifestaçom desde a sua saída da Praça do Pam até o Parlamento. Esta é a receita que as instituiçons públicas (Concelho, Junta, USC incluídas) nos tenhem preparada a través dos seus cans de presa, se ousarmos tomar as ruas para defender o ensino público.
Ameaças fascistas e controlo ilegal
De facto, cumpre informar que ao início da manifestaçom a polícia se dirigiu a um grupo de convocados/as para advertir que, de se fazer qualquer cousa fora da estrita correcçom, iriamos receber umha resposta contundente.
Nom foi o único caso em que a polícia tentou amedrontar-nos; um jovem estudante de Políticas escuitou polo seu telemóvel, quando chamava de manhá um companheiro, a voz dum polícia quem, em tom ameaçador, lhe advertiu das conseqüências que teria qualquer acçom agitativa a maiores.
Esta violaçom da intimidade; este acto de violência do poder, ficará impune. De AGIR solidarizamo-nos com o jovem e acusamos mais umha vez, e com os factos na mao, a polícia espanhola de fascista, de ser um corpo que emprega deliberada e impunemente o terror -nas suas mais variadas formas- para coarctar a liberdade d@s súbditos/as do Estado.
Para rematar com a crónica repressiva (que nom se saldou com incidentes finalmente), cumpre reparar no facto de aguardar, perto do Parlamento galego, polo menos 2 polícias com espingardas de balas de goma ao ombro.
Tímida participaçom
De AGIR somos conscientes que a resposta mobilizadora no dia de hoje nom só foi reduzida, senom que nem tam sequer alcançou as previssons mais t¡midas. Apenas houvo na jornada de 4 de Dezembro algumha gente mais do que em mobilizaçons anteriores, como a realizada na Reitoria em Novembro.
Nom podemos no entanto esquecer o intenso trabalho que dezenas de jovens venhem, vimos, de realizar estes dias para publicitar o acto que se concebiu como convocatória principal deste quadrimestre. Devemos ter em conta este fenómeno de involucraçom importante, que atinge um grupo estável de estudantes, e que a Assembleia Geral continua a servir como plataforma para o lançamento do trabalho que juntos e juntas organicemos.
É necessário nom caír em derrotismos e compreender a fragmentaçom existente na luita contra o Processo de Bolonha: enquanto que nalgumhas Faculdades a oposiçom ao EEES passa desapercebida por um alunado desinformado e que nom sente a afectaçom a dia de hoje, noutras, como Políticas ou Arte, os respectivos anúncios formais dos Decanatos da instauraçom dos novos planos consoante com o Espaço Europeu de Ensino Superior, tem provocado movimentos relevantes a nível de centro que se concretarám em acçons num futuro imediato.







