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30/12/2006 :: Galiza

Indiscriminada carga policial contra manifestacom nacionalista na Corunha deixou vári@s ferid@s

x Organismo Antirrepresivo CEIVAR
29/12/2006 Várias unidades de antidistúrbios da "Polícia Nacional" espanhola converterom a manifestacom realizada onte polo colectivo Siareir@s Galeg@s numha autentica batalha campal travada polas forcas de ocupacom contra @s assistentes à mobilizacom nacionalista. (Pese a comentários de duas pessoas serem detidas pola P.N., ao finalizar a jornada nom havia notícias certas ao respeito).

Quando as aproximadamente 2000 pessoas que secundavam as reivindicacons de oficialidade para a seleccom nacional galega chegárom ao passeo marítimo do Orcám, um grupo de moc@s tentárom arriar do mastro a bandeira espanhola que nesse lugar ondeava. Meia dúzia de furgonetas de antidistúrbios espanhóis aproximárom-se instantaneamente da sua bandeira, dado que já se atopavam cercando a mobilizacom popular desde havia tempo e em total ausencia de "incidentes", demonstrando mais umha vez a criminalizacom da mocidade contestatária que as F.S.E. tentam constantemente encenar perante a populacom viandante, visando a interiorizacom colectiva da assimilacom da presenca de manifestacons populares à episódios de conflito social. Normalmente, os meios de comunicacom de massas, fulcrais criadores de opiniom pública ao ditado da ideologia da sua correspondente empresa, ajudam a essa missom, desinformando e tamém realizando valoracons apriorísticas dos factos: daqui sinalamos como cúmplices com essa prática criminalizadora jornais como o corunhes "El Ideal Gallego", que acusa moc@s de tentarem queimar a insígnia estrangeira, à qual nem sequer conseguírom aceder. A pretensom de apontar a comissom de inexistentes delitos para despois os tribunais encausarem fica ao descoberto, como tamém a realidade de que muitos dos meios de massas vam de mans dadas coas entidades judiciais repressoras, abonando o terreno da opiniom pública para logo esta justificar actuacons contra a contestacom social.

Mas, polo menos nesta ocasiom, a violencia contra @s manifestantes nom saiu gratuita às forcas policiais de ocupacom: mesmo alguns dos jornais do sistema recolhe as queixas da gente que deambulava polo passeo corunhes e que se viu acurralada polos disparos de pelotas de goma da Polícia espanhola contra tod@ aquel/a que andasse polos arredores. A imprensa oficial corunhesa contém as queixas de muitas famílias que se tivérom que abrigar nos prédios do passeo para nom se verem mancadas pola injustificada brutalidade policial. Um agente antidistúrbios declarava ao periódico espanhol "El País", hipocritamente perplexo, que "el nom sabia o que acontecera à(o)s participantes do protesto, inicialmente pacífico, quando de repente viram a bandeira espanhola"(sic). Algumha pessoa quase foi atropelada por algumha das furgonetas da Polícia, quando comecárom a circular pola avenida a grande velocidade por entre a gente, tentando estender o pánico que puidesse causar umha dispersom incontrolada d@s manifestantes que logo justificasse eventuais ferid@s. Polo contrário, os danos pessoais que se registrárom f'rom directamente causados polos agentes da Espanha: um reporteiro gráfico danado entre a multidom e mais um outro fotógrafo a quem, segundo o corunhes "La Opinión", um polícia nacional golpeou coa porra. Um trabalhador que se atopava nas imediacons do estádio de Riazor engade-se à nómina de ferid@s entre a populacom civil pola actuacom da forca de ocupacom espanhola, para além d@s que se contassem entre @s protestantes.

Sobre os comentários de duas pessoas serem detidas pola P.N.,lembramos que ao finalizar a jornada nom havia notícias certas sobre esta questom.Os próprios meios do sistema desbotavam a possibilidade.

Ceivar reitera a exigencia de demissom de Ameixeiras.

Do nosso Organismo Anti-repressivo consideramos injustificável umha agressom contra a populacom civil tal como a acontecida na tarde de onte na Corunha. As F.S.E., mesmo numha hipotética estrita observáncia das leis espanholas,que destinam os seus agentes à proteccom da seguranca cidadá,ficam mais umha vez à vista como o principal factor de inseguranca pública e potencial causante de danos graves à(o)s viandantes, como resenhamos nesta crónica.
Nom se conhecem por enquanto declaracons políticas de condena dum episódio repressivo que tem, precisamente, a responsabilidade política de quem a ordenou:Manuel Ameixeiras Vales, delegado do governo colonial espanhol na C.A.G.,quem já foi pola nossa Organizacom assinalado recentemente como culpável de amparar, coa sua passividade na depuracom de responsabilidades entre os agentes policiais, actuacons de agressom contra a populacom, como se pode ver na ligacom inferior.

Mais informacom: http://ceivar.org/principal.php?pagina=nova&id=582

www.ceivar.org

Imagem parcial dum momento da carga policial contra a manifestacom

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