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Galiza :: 04/11/2004

Novo juízo contra militantes de AGIR

AGIR
O 17 de Novembro Sérgio Pinheiro Pena e Xende Lopes Teixeiro, estudantes da USC e militantes de AGIR na Assembleia de Compostela, terám de comparecer como acussados num juízo por realizacom de pintadas no cámpus.

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O 17 de Novembro Sérgio Pinheiro Pena e Xende Lopes Teixeiro, estudantes da USC e militantes de AGIR na Assembleia de Compostela, terám de comparecer como acussados num juízo por realizacom de pintadas no cámpus. Desta vez os dous estudantes f'rom acussados polo Concelho de Compostela por realizarem pintadas com a legenda NOM À GUERRA assinadas por AGIR.

Os factos polos que f'rom denunciados os dous estudantes ocorrerom em 11 de Marco de 2003, quando os dous companheiros som retidos por um amplo dispositivo de várias patrulhas da polícia local e da polícia secreta, com a ajuda dos agentes da empresa de seguranca privada Prosegur. Posteriormente, se lhes acusará da realizacom de pintadas alusivas à agressom imperialista contra o Iraque.

Estas pintadas encherom as ruas das cidades e vilas galegas desde que os USA com a colaboracom do Estado Espanhol iniciárom os bombardeios sobre o povo iraquiano. Os centros de ensino nom f'rom umha excepcom e o estudantado galego deu umha impressionante licom de auto-organizacom e combatividade convocando umha das maiores mobilizacons estudantis da nossa história.

Como nom podia ser doutro jeito, ante a mobilizacom estudantil e popular de opossicom à guerra imperialista o Concelho de Compostela governado polo PSOE e BNG optou pola repressom e a mao dura contra as organizacons dinamizadoras das mobilizacons. Durante os messes que durárom as accons se desatou umha vaga repressiva contra a nossa organizacom e @s noss@s militantes que tivo o seu episódio mais grave na proibicom dum concerto organizado por AGIR contra a invassom do Iraque, que finalmente se tivo de celebrar a trinta quilómetros da cidade.

De AGIR também fazemos responsável desta situacom à actual equipa reitoral que permite umha cada vez mais asfixiante presenca policial no cámpus universitário, cousa que é ilegal, com tal de silenciar as vozes dissidentes. Além do mais nom deixa de ser notável o papel dos "agentes de seguranca" nesta espécie de estado de excepcom imposto na USC. Som estes umha espécie de polícia privada do Reitor, com licenca para a retirada de cartazes e faixas, para chamarem à polícia, insultarem e intimidarem activistas do Movimento Estudantil Galego, etc.

De AGIR transmitimos todo o nosso apoio aos dous companheiros julgados, e avisamos o Concelho, o Reitor e a sua equipa de que medidas como estas só conseguirám recrudescer a luita estudantil e popular.

 

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