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14/10/2019 :: Galiza

Perante a senteça

x Briga

Perante a aguardada, mas nom por isso menos vergonhenta, sentença contra representantes políticos e sociais do independentismo catalám que já estavam condenadas antes de dar começo o juizo-farsa, a juventude organizada em BRIGA queremos manifestar o nosso rejeitamento a umha decisom que amossa, mais umha vez, o verdadeiro caráter dum regime que por muito que se autodenomine democrático nom duvida em aplicar medidas de excepcionalidade para tentar solventar conflitos políticos que surgem dentro das contradiçons dum projeto nacional metido à força que nom todos os Povos aceitamos.

Entre 9 e 13 anos de prisom som as penas que o Tribunal Supremos impom a cargos da Generalitat em 2017 e a representantes de organizaçons sociais e culturais catalás. Umha sentença que longe de solucionar algo agrava o conflito e pom de manifesto, como diziamos, a incapacidade dum regime em crise para gerir a existência de processos democráticos de autodeterminaçom que pretendem rachar com um Estado que impom nos nossos Países um projeto contrário às nossas realidades nacionais; um projeto que garante a submissom aos interesses do capital e que deriva no pioramento das condiçons de vida da classe trabalhadora.

Coma sempre, a repressom e a imposiçom é o caminho que escolheu Espanha para intervir no processo surgido da vontade popular, institucionalmente maioritária, do povo catalám. Crêm que o encarceramento de responsáveis políticos que impulsionárom dito processo pode supôr a soluçom ao conflito. Nada mais longe da realidade, o que fai e agudizá-lo e internacionalizá-lo.

Esta decisom também afeta a todos os movimentos pola libertaçom nacional, deixando claro que o velho mantra do Governo espanhol de “sem violência pode-se falar de todo”, em referência à luita armada do Povo Trabalhador Basco pola emancipaçom nacional e social de Euskal Herria, nom era mais que umha das muitas mentiras e falha de vontade democrática do Estado. Isto demostrou-se durante este processo, onde houvo umha total aussência de violência por parte do independentismo, sendo o Estado e as suas forças repressivas, chamem-se Mossos ou chamem-se Guarda Civil, quem jogou essa baça como principal argumento: violência física e também noutros planos perpetrando detençons, registos, seguimentos, multas… ou forçando ao exílio a representantes políticas e negando o direito de determinadas pessoas a apresentar-se a eleiçons.

Di a sentença que “nom há democracia fora do Estado de Direito”. Essa afirmaçom deixa mui claras as intençons dum regime que nom tem reparos em confirmar que, quem questione e queira atuar fora dos marcos que eles imponhem nom terá direito a “democracia”. Isso é o único que o Estado pode ofertar para impôr a sua unidade territorial forçosa.

Nom podemos esquecer tampouco as últimas pessoas encarceradas, acusadas de “terrorismo”, um termo que sempre se caraterizou pola sua dificultade de definir e de delimitar quê entra e quê nom entra dentro do conceito, mas que o Estado espanhol utilizou sempre sob qualquer pretexto para justificar as suas açons repressivas. Estas ativistas dos CDR detidas há três semanas cumprem, agás 2 que estám em liberdade provisional, prisom preventiva e condenas mediáticas, ademais do cínico rejeitamento dalgumhas forças políticas, mesmo do abano independentista que renegam delas por mera estratégia eleitoral. Para estas ativistas vai também o nosso reconhecimento e exigimos a sua posta em liberdade. Assim mesmo exigimos a liberdade dos presos políticos do Estado espanhol e, nomeadamente, vai o nosso mais fondo agarimo para as presas independentistas galegas seqüestradas nas cadeias e algumhas dispersadas pola geografia estatal: QUEREMOS-VOS NA CASA!

Por último, chamamos à juventude galega a praticar o internacionalismo ativo solidarizando-se com o Povo catalám e apoiando-o nas diferentes mobilizaçons que realizarem.

LIBERDADE PRESAS POLÍTICAS!

POLO DIREITO À AUTODETERMINAÇOM DOS POVOS!

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